
A Associação Profissional dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio de Janeiro (Arfoc-Rio) recebeu na noite de ontem, dia 23, a medalha Pedro Ernesto, maior honraria da Câmara Municipal do Rio de Janeiro pela comemoração dos seus 80 anos.
A homenagem, aprovada pelo presidente da Câmara, Carlos Caiado, foi proposta pelo vereador Wagner Tavares, que, junto com os convidados que integraram a mesa, Cineasta Guillermo Planel, Coronel Bombeiro Marcos Silva, jornalistas Genilson Araujo e Flávio Winicke, entregou a medalha ao presidente da Arfoc-Rio, Alberto Jacob Filho.
Em seu discurso, o vereador Wagner Tavares ressaltou a importância dos repórteres fotográficos e cinematográficos como documentaristas do seu tempo e pela valiosa contribuição social que torna a imagem um documento histórico, contribuindo para a informação e formação da sociedade.
O presidente Alberto Jacob Filho agradeceu a iniciativa da homenagem ao vereador Wagner Tavares, aos diretores Wellinton Jorge e Zé Maria pela organização da cerimônia, aos integrantes da mesa pela presença e pelas palavras de elogio aos jornalistas de imagem.
Agradeceu também as pessoas que ajudaram a ARFOC-RIO ao longo desses 80 anos.
O presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), Rubens Lopes, seus jornalistas Guto Seabra e Saulo Campos, o deputado e ex-presidente da Suderj Chiquinho da Mangueira, que acabou com a proibição de os jornalistas de imagem não poderem trabalhar no entorno do campo de bermuda
Também agradeçeu à equipe que produziu e editou o jornal Paparazzi, Alexandre Sassaki, Sergio Pereira Cardoso, Sônia Regina Gomes, Claudio Prudente, Daniela Knorr e Gilberto Rocha (publicidade), e os ex-funcionários da Embratel Luiz Freitas e Fátima Lopes Brito que, junto com a Arfoc-Rio, criaram e organizaram o Prêmio Embratel de Jornalismo durante 15 anos
Jacob Filho encerrou sua manifestação agradecendo a presença de todos e afirmando que hoje a maior a ameaça ao cinefotojornalismo deixou de ser o celular. A grande ameaça agora é a Inteligência Artificial. Mas, como diz um de seus amigos, o fotojornalismo é igual ao samba: agoniza mas não morre.
Foto de Cícero Rodrigues – CMRJ
